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Polícia

Polícia Civil cumpre mandados em Barcarena durante operação nacional contra crimes cibernéticos

Ação ocorre em 12 estados e combate redes que estimulavam automutilação, compartilhavam pornografia infantil, praticavam ameaças e apologia ao nazismo

A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso, com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, deflagrou nesta terça-feira (27) a Operação Mão de Ferro 2, que desarticulou uma rede criminosa envolvida em crimes cibernéticos de alta gravidade. Em Barcarena, no nordeste do Pará, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em locais identificados como pontos de atuação dos suspeitos.

A operação, que tem alcance nacional, é parte do programa Tolerância Zero do Governo de Mato Grosso e conta com o suporte do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), ligado à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Ao todo, 12 estados participam da ação simultânea, entre eles o Pará, com operações também em Marabá, Canaã dos Carajás e Ananindeua.

Segundo a investigação, a rede criminosa — que envolve adultos e adolescentes — usava plataformas digitais como WhatsApp, Telegram e Discord para promover conteúdos de violência extrema, incentivar automutilação e suicídio, além de compartilhar pornografia infantil, praticar perseguição (stalking), fazer ameaças, disseminar discursos de ódio e até cometer apologia ao nazismo.

De acordo com Rodney Silva, diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, a ação articulada entre as polícias civis estaduais foi fundamental para garantir o sucesso da operação e ampliar o combate à violência digital:

“A integração nacional foi essencial para identificar e responsabilizar quem se esconde atrás de telas para atacar nossas crianças e adolescentes”, disse.

Em Mato Grosso, o delegado Gustavo Godoy Alevado, da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos, afirmou que a operação representa uma resposta firme do Estado:

“É um trabalho investigativo de meses, realizado em parceria com o Ciberlab, para enfrentar crimes que causam impactos profundos na vida das vítimas”.

A operação cumpre 22 mandados judiciais, incluindo prisão temporária e internação socioeducativa em cidades como Manaus (AM), Fortaleza (CE), São Paulo (SP), e nos municípios paraenses já citados. Em Barcarena, os locais alvos não foram divulgados pela Polícia Civil.

Os investigados poderão responder pelos seguintes crimes:

Apologia ao nazismo (Art. 20, §1º, da Lei 7.716/89) — pena de 2 a 5 anos.

Indução, instigação ou auxílio à automutilação e ao suicídio (Art. 122 do Código Penal) — pena de 2 a 6 anos, podendo ser dobrada se a vítima for criança ou adolescente.

Perseguição (stalking) (Art. 147-A do Código Penal) — pena de 6 meses a 2 anos, aumentada se contra criança ou adolescente.

Ameaça (Art. 147 do Código Penal) — pena de 1 a 6 meses ou multa.

Produção, armazenamento e compartilhamento de pornografia infantil (Arts. 241-A e 241-B do ECA) — pena de 3 a 6 anos (compartilhamento) e 1 a 4 anos (armazenamento).

Somadas, as penas podem ultrapassar 20 anos de prisão, além de multas.

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