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Patrimônio

Projeto de gestão do patrimônio arqueológico deve acompanhar construção da UTE Portocem, em Barcarena

Medida garante que as obras sejam acompanhadas de estudos e monitoramento, prevenindo perdas de patrimônio histórico e cultural

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) autorizou a execução de um Projeto de Gestão do Patrimônio Arqueológico (PGPA) na área de implantação da Usina Termelétrica (UTE) Portocem, em Barcarena, Região Metropolitana de Belém. 

O projeto será coordenado pelo arqueólogo Wagner Fernando da Veiga e Silva, com a arqueóloga de campo Tainá Neres Campos, e contará com apoio institucional do Núcleo de Arqueologia, Etnologia e Educação Patrimonial (NAEEP) da Fundação Casa da Cultura de Marabá (FCCM). O prazo autorizado pelo Iphan é de oito meses.

Segundo a portaria publicada no Diário Oficial da União, a medida garante que as obras de infraestrutura energética sejam acompanhadas de estudos e monitoramento arqueológico, prevenindo perdas de patrimônio histórico e cultural da região.

Com previsão de 1,6 gigawatts (GW) de potência, a UTE Portocem será uma das maiores termelétricas do país quando começar a operar comercialmente. O início da operação está estimado para o primeiro semestre de 2027. Localizada no distrito de VIla do Conde, a UTE terá quatro unidades geradoras movidas a gás natural e é considerada estratégica no planejamento da matriz elétrica brasileira.

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