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Auditores-Fiscais interditam 4 berços do Porto de Vila do Conde: CDP se pronuncia

A CDP informou que já apresentou laudos e relatórios técnicos que atestam a usabilidade e as condições estruturais dos píeres.

Auditores-Fiscais do Trabalho do Pará interditaram os berços 201, 202, 301 e 302 do Píer do Terminal de Múltiplo Uso do Porto de Vila do Conde, em Barcarena. A Companhia Docas do Pará (CDP), responsável pela administração do terminal informou, nesta segunda-feira, 29, que foi surpreendida com a medida dos auditores e que já apresentou laudos e relatórios técnicos que atestam a usabilidade e as condições estruturais dos píeres.

Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (SINAIT), as condições encontradas levantam preocupações sobre a segurança estrutural e operacional desses espaços: “As formas e dimensões despertam preocupações sobre segurança estrutural e operacional, tendo em vista o caráter progressivo de agravamento percebido pela fiscalização, ao confrontar tais condições com outras verificadas em diligências anteriores”, informa a equipe de Auditores. 

Além das interdições dos 4 berços, as atividades e a movimentação de veículos, máquinas e equipamentos nesses setores foram suspensas. A liberação para retomada das operações só ocorrerá após a comprovação da regularização dos problemas identificados.

O Portal Barcarena solicitou um posicionamento oficial da Companhia Docas do Pará (CDP) sobre as medidas adotadas para resolver as questões identificadas, além de um cronograma para a desinterdição dos berços e outras informações relevantes. Em resposta, a Companhia declarou que foi surpreendida com a medida dos auditores e destacou que as avarias identificadas remontam a 2022, resultado da gestão anterior, e que esses problemas já eram conhecidos pelos auditores desde então.

NOTA DA CDP

“A Companhia Docas do Pará foi surpreendida na última quinta-feira, 25, com a brusca medida empregada pelos Auditores da SRTE/PA que, mesmo após a CDP ter apresentando laudos e relatórios técnicos que afastam riscos acerca da usabilidade e condições estruturais dos píeres, e, ainda, mesmo cientes dos graves impactos na economia nacional e probabilidade de gerar sequelas imediatas nos milhares de empregos ligados à atividade, resolveram impedir o funcionamento das operações portuárias em algumas áreas no píer 300 e trechos de transição entre os demais píeres, das quais, a atual administração do Porto de Vila do Conde já mantinha sem tráfego de veículos, por segurança. Cabe esclarecer, ainda, que essas avarias datam de 2022, consequência do descaso da gestão anterior, e que já eram de conhecimento dos auditores da SRTE, desde então.

A CDP informa que todas as providências estão sendo adotadas para que esta medida seja reconsiderada e que, também, já está em curso elaboração de plano de ação emergencial com vista a mitigar os eventuais pontos críticos na estrutura do porto de Vila do Conde”, diz a nota CDP.

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