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Mulheres na Indústria: empresas investem em iniciativas para inclusão e empoderamento feminino

Na Albras, a meta é alcançar 25% de representatividade feminina até 2025. A empresa vem investindo em infraestrutura, treinamento das equipes e capacitação para a comunidade.

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas é o quinto objetivo da Organização das Nações Unidas a serem atingidos até 2030. No Brasil, esse compromisso ganha força com a atuação de empresas que reconhecem a importância da diversidade e buscam promover um ambiente de trabalho mais inclusivo e equitativo. Uma pesquisa recente do Observatório da Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelou avanços nesse sentido.

Apesar dos desafios, 65% das indústrias brasileiras estão implementando ou já implementaram ações de governança na área de diversidade e inclusão. Isso inclui medidas para garantir a igualdade de oportunidades desde o processo de contratação até o desenvolvimento profissional. Os dados, coletados a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que oito em cada 10 indústrias têm políticas de paridade salarial e apoio ao retorno das mulheres ao trabalho após a gestação. Mais da metade das empresas também oferece programas de qualificação e desenvolvimento profissional específicos para mulheres.

Uma das empresas que tem se destacado nesse movimento do setor é a Hydro,que vem desenvolvendo uma série de ações voltadas para a equidade de gênero. Em suas operações no Brasil, a representatividade feminina tem aumentado gradativamente. Em 2023, aproximadamente 55% dos novos funcionários contratados pela Hydro se identificavam como mulheres, um aumento de 8,77% em relação ao ano anterior. Além disso, a empresa registrou um crescimento de cerca de 3% na presença de mulheres em cargos de liderança, totalizando 18% das posições de líderes na companhia.

Para alcançar esses resultados, a mineradora afirma que implementou medidas como a abertura de vagas afirmativas, a criação de programas de trainee e estágio direcionados especificamente para mulheres. Essas ações não apenas ampliam as oportunidades de emprego para as mulheres, mas também contribuem para a construção de um ambiente de trabalho mais diversificado e inclusivo.

Um exemplo bem sucedido está bem próximo, nas operações da Albras, aqui no município de Barcarena. Atualmente, 17% do seu efetivo da maior produtora de alumínio primário no Brasil é composto por mulheres, e a empresa tem como meta alcançar 25% de representatividade feminina até 2025. Em termos de posições de liderança, o caminho é de crescimento na ocupação de cargos por pessoas do gênero feminino de 10% para 12%, somente em 2023. Para atingir esses objetivos, a empresa vem investindo em infraestrutura, treinamento das equipes e capacitação para a comunidade local.

“Partindo do princípio de que sou a primeira mulher a ser supervisora de operações na área de operação, predominantemente masculina, isto abre portas a muitas mulheres e torna o ambiente de trabalho mais leve”, comenta Oziléia Machado, supervisora da operação da Albras.

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