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Portos do Arco Norte respondem por 43,3% das exportações de milho; Vila do Conde se destaca

No primeiro trimestre de 2024, Barcarena registrou o embarque de 20% do volume total exportado pelo Brasil, de acordo com o Boletim Logístico da Conab

O último Boletim Logístico divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou um aumento nas exportações de milho pelos portos do Arco Norte. Segundo o documento, divulgado na sexta-feira (19), os portos de Barcarena (PA), Itaqui (MA), Itacoatiara (AM) e Santarém (PA) responderam por 43,3% da movimentação acumulada nacional em março de 2024, contra 36,2% no mesmo período do ano anterior.

PORTO DE VILA DO CONDE SE DESTACA

Do total de 3.040.321 toneladas de milho exportadas pelo Arco Norte no primeiro trimestre de 2024, o Porto de Vila do Conde, em Barcarena, foi responsável por 1.405.832 toneladas, representando 20% da participação nacional nesse período. Em 2023, esse volume correspondia a apenas 12,2%.

Na sequência, o porto de Santos aparece com 32% da movimentação contra 25% no mesmo período do exercício passado; o porto de Paranaguá, 4% contra 18,8% do ano passado; enquanto pelo porto de São Francisco do Sul foram registrados 15,1% dos volumes embarcados contra 11,5% em igual período do exercício anterior. Os estados que mais atuaram nas vendas do cereal para exportação foram: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Maranhão.

QUEDA NOS PREÇOS E CENÁRIO DE PRODUÇÃO

Já os índices de preços para o milho, apesar da época de entressafra, continuam com sua trajetória de queda, ainda decorrentes da superprodução do ano anterior. As exportações em março atingiram 0,43 milhão de toneladas contra 1,71 milhão observadas em fevereiro e 1,34 milhão de toneladas ocorridas no mesmo período de 2023.

A redução de 20,8 milhões de toneladas na estimativa de produção do cereal em relação à safra anterior provocou também a diminuição nos estoques de passagem. Apesar disso, as estimativas de consumo interno, com previsão de aumento de 5,5% em relação ao exercício passado, beneficiam dois segmentos em razão dos baixos preços de exportação: o da produção de proteína animal, que terá melhorado seus níveis de rentabilidade, e o da produção de etanol, hoje concentrada, principalmente, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.

Soja – Com relação às rotas de exportação da soja, pelos portos do Arco Norte foram expedidos 35,3% das exportações nacionais, contra 37,5% do exercício passado. Por Santos foram escoados 35,9%, contra 43,3% do exercício anterior. As exportações de soja pelo porto de Paranaguá totalizaram 16% do montante nacional contra 8,7% do mesmo período do ano anterior, e pelo porto de São Francisco foram escoadas 6,8% contra 3,7% do ano anterior. A origem das cargas para exportação ocorreu, prioritariamente, dos estados de Mato Grosso, Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul.

Foto destacada: Bruno Cecim/Ag.Pará

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