O Novo Hospital Municipal Wandick Gutierrez, em Barcarena, já começa a ganhar forma e novas imagens divulgadas pela Meia Dois Nove Arquitetura e Consultoria chamaram atenção pela semelhança entre o projeto digital e o avanço real das obras da unidade hospitalar, que pode ser entregue ainda em 2026 pelo Governo do Pará.
As renderizações mostram detalhes da megaestrutura hospitalar planejada para o município, incluindo a fachada moderna, os espaços internos e a complexa rede de instalações técnicas que fará o hospital funcionar.
Uma das imagens apresenta o chamado modelo BIM, tecnologia que permite visualizar toda a engenharia da construção em ambiente virtual. No projeto aparecem sistemas de climatização, gases medicinais, prevenção e combate a incêndio, iluminação, rede elétrica, esgoto, drenagem, exaustão, circuito fechado de TV, proteção radiológica e até chamada eletrônica de enfermagem.

Já outra imagem revela a estrutura arquitetônica completa do hospital, enquanto uma foto aérea atual mostra que grande parte da construção principal já está levantada, reforçando a expectativa de entrega da obra nos próximos meses.

Segundo a empresa responsável pelo projeto arquitetônico e urbanístico, a compatibilização de todos os sistemas hospitalares exige alto nível técnico e vem sendo feita com apoio de automações e Inteligência Artificial para acelerar a identificação de conflitos estruturais e melhorar a precisão da execução.
A obra é executada pela Engenharia, sob coordenação dos engenheiros Eder Cativo, João Carlos Rocha, Fabyelle Barbosa e Caio Reis.
O hospital integra o pacote de investimentos do Governo do Pará na área da saúde, conduzido pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e pela Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), em parceria com a Prefeitura de Barcarena e a Hydro.

O novo hospital recebe investimento de R$ 99,5 milhões e terá 8.290 metros quadrados de área construída, distribuídos em três pavimentos.
A unidade contará com 68 leitos, sendo 54 de internação, 10 de UTI e quatro de emergência. O projeto ainda prevê 10 boxes de pronto atendimento, três salas cirúrgicas e equipamentos de diagnóstico como tomógrafo, raio-X, ecocardiograma, eletrocardiograma, ultrassonografia e ressonância magnética.
Com a nova estrutura, a expectativa é ampliar a capacidade de atendimento especializado e reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para Belém e outros municípios da região metropolitana.


































Uma resposta
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